sexta-feira, 19 de outubro de 2012

17 semanas e ....

Que sensação deliciosa sentir o bb mexendo....

Fiquei muito feliz por voltar a sentir essa maravilha.....

:)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Biirrraaa

10 passos para lidar com a birra da criança. E não perder a classe

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI18544-15151,00.html

1. Por pior que seja o “espetáculo”, NUNCA, JAMAIS, em tempo algum bata no seu filho.
2. Antes de sair, previna-se de possíveis contratempos. Se vai ao supermercado, fale que a criança tem direito a escolher dois doces, por exemplo.
3. Não ceda às manipulações. Mostrar que birras não dão resultado é um jeito de desestimulá-la a repetir a cena.
4. Avise seu filho que só conversará com ele depois que ele se acalmar (e você também...).
5. Se precisar dar uma bronca na criança, espere ela terminar de espernear e explique por que está sendo punida. É importante que ela entenda o que fez de errado e, para isso, precisa estar tranqüila para conseguir ouvir o que você tem a dizer.
6. Não brigue com seu filho na frente de todo mundo; isso o fará se sentir humilhado.
7. Desvie o foco da criança. Mostre um objeto diferente, o cachorrinho passando na rua, o avião lá no céu... Use a criatividade!
8. Algumas vezes, por trás da birra existe uma criança com fome, sono ou carente. Se for esse o caso, responda pacientemente e faça um carinho. Às vezes, é só disso que ela precisa.
9. Simplesmente ignorar a birra também pode dar bons resultados. Respire fundo.
10. Se não tiver como conter o show no meio da loja, simplesmente pegue seu filho no colo e vá embora. Sem escândalos. Ele vai perceber que não adiantou nada e você evita o constrangimento. 


Isso acontece em casa, quando estamos assistindo à um filme eu e o marido, quando estamos conversando eu e o marido, quando estamos simplesmente quietinhos, eu e ele... Enfim, é pra chamar a atenção, e nesse caso a gente erra, errraaa muito pois tem dias que ou eu ou ele perde o controle e lá se vão os gritos, depois abraço... E quando ela vai e fala: To de mal de vc... #épracabá

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Dor de crescimento

Dor de crescimento não é manha
Especialista explica por que os pais devem levar  as queixas dos filhos a sério.
Que as crianças fazem de tudo para chamar a atenção dos pais, ninguém duvida. Mas, e aquele menino que acorda chorando no meio da noite, reclamando de dor na perna? Ou aquela garotinha de seis anos que sequer consegue pegar no sono por conta do mesmo problema? De acordo com o ortopedista Lafayette Lage, especialista em Medicina Esportiva e cirurgias de quadril, 15% das crianças sofre de dor de crescimento.
Não se trata de uma doença, mas de uma condição que acomete crianças em fase de crescimento, a partir dos três anos de idade. Como a freqüência da dor pode variar de uma pessoa para outra, há desde aquelas crianças que mal conseguem participar das aulas de educação física na escola, até as que sofrem mais no período noturno, diz Lage.
O especialista explica que a dor de crescimento geralmente acomete as duas pernas. Crescer não dói, mas pode provocar dor ao final do dia, depois de a criança ter corrido, pulado e praticado esportes, dependendo de seu sistema músculoesquelético. Nesses casos, recomendamos diminuição das atividades esportivas enquanto acompanhamos o caso.
Lafayette Lage diz que quando os pais percebem que a reclamação de dor é freqüente, persistente, se estende do início da noite ao começo da manhã do dia seguinte, devem desconfiar de que não se trata apenas de manha. O ideal é procurar um ortopedista bem recomendado, principalmente se a dor for acompanhada de inchaços, vermelhidão ou formigamento.
Os pais podem ajudar
Segundo o ortopedista, os pais podem contribuir para atenuar a dor e permitir um sono mais tranqüilo para todos os familiares. Esfregar suavemente o local, como uma massagem terapêutica, pode ter bons resultados. Durante o dia, também é recomendável a criança alongar os músculos dos membros inferiores, contando com supervisão de um adulto. Episódios de dor mais intensa exigem prescrição de analgésicos, mas sempre com suporte médico. 
http://guiadobebe.uol.com.br/dor-de-crescimento/

Essa noite, tivemos o previlégio de conhecer isso... Ainda bem que eu já tinha lido semanas atrás e sabia mais ou menos o que era, digo mais ou menos não pq eu não entendi, +  porque quando acontece pela primeira vez, por mais que você tenha lido, você vê sua filha chorando em meio a muitas lágrimas, gritando ... Você acha que é cãimbra, faz massagem, e começa a ficar preocupada pq a dor não passa, o pai olha e fala baixo: será que é frescura!??kkk olhaaaa... rsrsrs.. complicado! Mais hj você pergunta pra ela e ela diz que nem se lembra de nada!  E os pais com cara de ué!?

Bjks


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Bebe 2

Oi pessoal!!!

Estou esperando meu segundo (a) filho (a) estou de três meses e estamos muito felizes.

Demorei para dar a notícia por motivos óbvios para os amigos e familiares.

A Letícia dá beijo na barriga, chama o bb de irmão, outra vezes de irmã.. Uma graça, ela entende tudo!

um beijo.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

POIS É.......

Oi... Acho que to sofrendo + que ela

Infecção urinária (1 a 3 anos)

O que é infecção urinária?

O nome mais específico é infecção no trato urinário, ou seja, é uma infecção que atinge alguma parte do sistema composto pelos seguintes órgãos:
- os rins, que fabricam a urina
- os ureteres, que levam a urina dos rins até a bexiga
- a bexiga, que armazena a urina enquanto ela não é eliminada
- a uretra, que leva a urina da bexiga até o orifício por onde o xixi sai

Em condições normais, a urina segue esse caminho sem problemas, mas, quando se contamina por bactérias -- que costumam vir da pele em torno dos órgãos genitais, do ânus ou pelo sangue --, pode provocar inflamação e infecção em qualquer ponto do percurso. Cerca de 8 por cento das meninas e 2 por cento dos meninos sofrem pelo menos uma infecção no trato urinário ao longo da infância.

Procure o médico se desconfiar que há algo errado. As infecções urinárias são fáceis de tratar, mas se não forem debeladas podem causar danos permanentes aos rins, e até mesmo insuficiência renal.

Como vou saber se meu filho está com a infecção?

Muitas vezes, uma febre inexplicável é o único sinal da infecção. Cerca de 5 por cento das crianças até 3 anos com febre e sem nenhum outro sintoma estão com infecção no trato urinário.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar outros sintomas -- e a febre pode nem aparecer:

• Vontade repentina de fazer xixi

• Dificuldade para esvaziar a bexiga (parece que sempre "tem mais" xixi para sair)

• Choro ou reclamação na hora de fazer xixi (em crianças que usam fralda e não falam muito, um jeito de saber se ela está urinando naquele exato momento é colocando a mão sobre a fralda. Dá para sentir o quente da urina enchendo a fralda)

• Urina com cheiro estranho

• Urina opaca, turva ou com sangue

• Dor na barriga, do lado de abdome ou nas costas

• Vômitos

• Falta de apetite

• Aumento dos "acidentes" se a criança já largou a fralda

• Cansaço

• Calafrios

• Emagrecimento ou dificuldade para ganhar peso

Como a doença é diagnosticada?

O médico vai fazer perguntas sobre os sintomas que você está percebendo, e vai examinar a criança. Talvez pergunte se há casos de anomalias que facilitem a ocorrência frequente de infecções urinárias na família, já que o problema pode ser hereditário.

Caso o pediatra desconfie de uma infecção no trato urinário, vai pedir um exame de urina (urina tipo I e urocultura com antibiograma), para tentar detectar a presença de bactérias. O resultado é rápido para saber se se trata ou não de infecção: a presença de um número elevado de glóbulos brancos, em geral, é um forte indício de infecção urinária causada por bactérias, e essa resposta sai no mesmo dia.

Depois disso, na urocultura, a mesma amostra de urina é mantida no laboratório para a cultura, que tenta identificar exatamente a bactéria responsável pela infecção, e para o antibiograma, que testa a eficácia de diferentes antibióticos contra a bactéria identificada.

Como colher urina de uma criança tão pequena?

É bem difícil colher uma amostra estéril de urina de uma criança pequena, que não esteja contaminada pelas bactérias presentes na pele, no bumbum e no cocô.

Caso seu filho já não use mais fraldas, a operação fica um pouco mais fácil. Você terá de limpar bem a área, seguindo as instruções do laboratório, e pegar um pouco do xixi num copinho. Mesmo assim, prepare-se, porque pode demorar até a criança conseguir urinar. O mais recomendável é colher a urina no hospital ou no laboratório, em que as condições de assepsia são melhores (a amostra é facilmente contaminável).

Em crianças que usam fraldas, o método mais comum de fazer o exame é grudar uma espécie de saco plástico, com adesivos e um buraco, em torno da vagina ou do pênis, depois de uma boa limpeza da área. Nem sempre a estratégia funciona da primeira vez.

Siga as orientações do hospital ou do laboratório. O melhor é que coleta seja feita no próprio local, e não em casa, e aí você vai ter de ficar esperando o xixi aparecer -- reserve um bom tempo para a "operação exame". Procure oferecer líquidos para a criança antes da coleta para tentar diminuir o tempo de espera pelo xixi.

Em casos especiais, é necessário obter a amostra com um cateter -- um caninho flexível colocado na uretra do bebê para retirar a urina diretamente da bexiga. Apesar de desconfortável (seu filho provavelmente vai ficar assustado), o exame é seguro e rápido: leva menos de um minuto.

Além do exame de urina, há outros?

Pode ser que o médico peça outros exames. Existem algumas alterações no trato urinário que podem facilitar a ocorrência de infecções urinárias, e um deles é o refluxo vésico-ureteral, situação em que a urina da bexiga volta para o ureter, podendo chegar até os rins. Os exames extras servem para verificar se há algum problema desse tipo.

Entre os exames que podem ser pedidos estão o ultra-som e uma série de radiografias para detectar o refluxo, como a uretrocistografia miccional e a urografia excretora. O objetivo é detectar possíveis alterações do trato urinário que estejam permitindo as infecções urinárias de repetição.

Qual é o tratamento da infecção?

O tratamento é feito com antibióticos, na maioria das vezes por boca, por até duas semanas. O ideal é que o antibiótico seja escolhido com base no resultado da cultura de urina e do antibiograma, mas às vezes os médicos já receitam um antibiótico chamado de "amplo espectro" antes mesmo de saber o resultado, para que o efeito seja mais rápido, e depois de identificada a bactéria ajustam a medicação.

Ainda que a criança pareça ter melhorado depois de alguns dias, é importante dar o remédio até o último dia, conforme a receita do médico, para que a infecção não volte ainda mais forte.

Se a criança estiver debilitada, pode precisar ser internada para receber o remédio pela veia.

E se meu filho tiver um problema mais sério?

Caso a criança esteja com uma obstrução no trato urinário, pode ser necessária uma cirurgia. Em alguns casos, a operação também é realizada para corrigir o refluxo vésico-ureteral, embora na grande maioria deles o problema vá embora sozinho até a criança ter 6 anos. Durante esse período, a criança deve ser acompanhada periodicamente por um nefrologista pediátrico.

Quando é diagnosticado o refluxo, às vezes os médicos receitam antibióticos em doses pequenas para ser usados a longo prazo, para evitar infecções frequentes e eventuais sequelas nos rins.

Há algo que eu possa fazer para evitar as infecções?

Certas crianças têm mesmo uma tendência a sofrer de infecções no trato urinário, mas há algumas medidas que você pode tomar para reduzir o risco:

• Dê muito líquido ao seu filho. Além de manter o trato urinário em constante atividade, os líquidos ajudam a evitar a prisão de ventre, que pode colaborar para que haja infecções.

• Também para evitar a prisão de ventre, ofereça bastante fibra ao seu filho, como frutas, verduras e grãos integrais.

• Incentive a criança a urinar com frequência, mais ou menos a cada três horas.

• No caso de meninas, sempre limpe a área da frente para trás, quando estiver trocando a fralda ou com o papel higiênico, para não levar bactérias do bumbum para a vagina. Ensine-a a se limpar desse jeito. Evite também o uso de sabonetes muito fortes ou calcinhas de tecido sintético que irritem a vagina. Se a vagina dela arder, pode ser que ela fique segurando o xixi, e isso pode contribuir para o surgimento de infecções.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

para sempre...

Olá...

Sabe uma coisa que é para sempre, um amor de mãe para o filho???

E sabe quando você quer eternizar esse amor?

Pois bem, fiz uma tatuagem com a nome da minha princesa.



beijos.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Primeira vez...

Oi pessoas

Férias!!!! E eu trabalhando, e para não ser egoísta, a Letícia foi ficar "uns dias" na casa da vó da praiaaa... Meu coração tá super apertado, ela foi hoje (quarta) e volta sábado!!! o Jesuuusss... Ser mãe é fogo viu!!!!

Primeira vez que dançou na festa junina também, no colégio ... Olha que fofaaaaaa...



Aiii que saudade já do meu amor...

Beijo da mamãe em prantos (literalmente)